ECO 2016

A comunidade do Colégio São Domingos tradicionalmente promove um encontro (ECO) no início dos anos letivos para celebrar o ingresso na escola de novos alunos, pais professores e demais funcionários. Em 2016, o ECO aconteceu no dia 27 de fevereiro.

Realizamos, nessa oportunidade, um brunch comunitário. Cada família traz uma especialidade gastronômica de seu conhecimento, acompanhada da receita para socializar sabores e saberes. Juntos, famílias e alunos, mais a equipe do colégio, brincaram e aproveitaram para praticar atividades esportivas e muita música brasileira.

Veja as fotos AQUI.

 

 

 

ECO 2015

A comunidade do Colégio São Domingos tradicionalmente promove um encontro (ECO) no início dos anos letivos para celebrar o ingresso na escola de novos alunos, pais professores e demais funcionários. Em 2015, o ECO aconteceu no dia 28 de fevereiro.

Realizamos, nessa oportunidade, um brunch comunitário. Cada família traz uma especialidade gastronômica de seu conhecimento, acompanhada da receita para socializar sabores e saberes. Juntos, famílias e alunos, mais a equipe do colégio, brincaram e aproveitaram para praticar atividades esportivas e muita música brasileira.

Veja as fotos AQUI.

 

ECO 2014

ECO - Começamos com choro e foi só alegria!...

A recepção feita pela Comunidade CSD para as famílias ingressantes, durante o evento ECO, no dia 08 de março, contou com muita musicalidade. Desde a abertura feita pelo grupo Choronas, passando pelas atividades musicadas e apresentações de talentos de alunos de várias idades até a finalização com peças de música clássica apresentadas por Adriana Holtz (celo) e Luis Amato (violino). A alegria marcou presença nas interações espontâneas que ocorriam por todo lado.

Confiram as fotos e vejam as receitas de pratos que foram trazidos pelos presentes. 

 

ECO 2013

Tanta gente se esconde do sonho com medo de sofrer

Tanta gente se esquece que é preciso viver 

Combater moinhos, caminhar entre o medo e o prazer 

Somos todos na vida, qualquer um de nós 

Vilões e heróis, vilões e heróis.

Dom Quixote, que Maria Rita interpreta, da composição de César Camargo Mariano e Lula Barbosa, na leitura dedicada de Robson Lourenço, professor do Núcleo de Artes, ao pé de meu ouvido e de mais um sem número de pessoas, durante o ECO de 2013.

 

Céu de brigadeiro. O sol prometeu e cumpriu calor de praia. As famílias e gostosuras chegavam para o brunch combinado. Projeto Interagir fazia jus ao verbo que lhe dá nome – recepção entusiasmada e acolhedora. Cristiano, da capoeira, convocou com berimbau e pandeiro o pessoal para a roda. Ali sintetizou o jogo que jogamos na educação do CSD: pulsação envolvente, ginga, espaço para todos que não resistem ao chamado – cada um entra como pode. Ei, mas também tem a precisão, a destreza, a experiência, sem as quais os gestos não têm leveza. Jogo tem disso – quem tá de fora acha que é fácil, que qualquer um pode fazer, mas entre na roda só para ver... O máximo da correspondência entre metáfora e acontecimento: para os protagonistas do jogo/luta a regra é “olhar na bolinha do olho do outro” para cumprimentar. Também nossa Comunidade se caracteriza pelo olho no olho – sinceridade da relação, franqueza de propósitos, confiança parceira de quem quer jogar/lutar para afirmar-se junto ao outro, não para anulá-lo. 

Contação de histórias, oficinas de criação de instrumentos musicais, ciranda para todos, palco aberto – e que talentos... Os professores do Núcleo de Artes 2013 ofereceram-se aos presentes: apresentavam-se pela leitura de frases seletas do mundo das artes com palavras, cheias de significados para o encontro, pessoa a pessoa. Olhando na bolinha dos olhos, como se deve. Comportamento que também era dos alunos que serviam as guloseimas nas rodas de conversas e dos funcionários que cuidavam da organização e da alegria. 

Congraçamento era o objetivo e foi o resultado. Tá tudo registrado!!!. A graça comum é a aventura de sonhar sem se esconder, de combater moinhos, com medo, mas sobretudo com o prazer de não acovardar. Firmes na precisão, descontraídos na ginga, nem vilões nem heróis. Determinados. 

 

O acontecimento foi coisa muito curta, que eu poderia embrulhar num instante. 

E se converso demais, é porque a gente precisa matar o tempo, não sapecar tudo logo de uma vez. 

Se fosse assim, a história perdia a graça. 

Graciliano Ramos, na fala de Alexandre, seu personagem, na leitura dedicada de Gustavo Curado, professor do Núcleo de Artes, ao pé do ouvido de muitos, no ECO 2013. 

Silvio Barini Pinto

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