Papel, lápis, caneta, pincel, tinta e...?

Uma aranha passa pela sala e pede ajuda para os alunos dos Agrupamentos na construção de uma teia mais colorida. Ela já está cansada de teias brancas, sem cor e nos faz um convite: desenhar e ocupar o espaço!

No início, experimentamos materiais variados e reconhecemos vontades. Ampliamos as possibilidades de trabalho dando ao corpo tempo de criar intimidade com os pedacinhos de papel, fitas, tintas, restinhos e sobras do mundo!

Neste momento, os desenhos viram teias que sobem pelas paredes, as crianças gritam “precisa ir até o teto”! Atuar no espaço é um ato de aproximação, um exercício de pertencimentos.

A teia ganha corpo, a mesa que nos dá suporte para trabalhar perde sua posição de sustentação e se vira de cabeça para baixo, rende-se ‘as nossas vontades! O corpo acompanha o movimento, vira, retorce, abaixa! A mesa agora é lugar de tecer, criar desenhos no espaço, desafios para o corpo!

A linha começa a deixar seus rastros no chão, na parede, nos alambrados da escola. Os gestos se ampliam e o desenho vai ganhando outras possibilidades.

Saquinho de miudezas e histórias são criadas, imagens são inventadas com folhinhas, pedras, conchas, palitos e se apagam com um simples gesto de guardar tudo e recomeçar!

Seguimos com essas experimentações ampliando nosso olhar para os detalhes, para os cantos, as sobras e suas infinitas possibilidades!


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